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30.9.17

Kingsman: O Círculo Dourado- Filme 2017






Um súbito e grandioso ataque de mísseis praticamente elimina o Kingsman, que conta apenas com Eggsy (Taron Egerton) e Merlin (Mark Strong) como remanescentes. Em busca de ajuda, eles partem para os Estados Unidos à procura da Statesman, uma organização secreta de espionagem onde trabalham os agentes Tequila (Channing Tatum), Whiskey (Pedro Pascal), Champagne (Jeff Bridges) e Ginger (Halle Berry). Juntos, eles precisam unir forças contra a grande responsável pelo ataque: Poppy (Julianne Moore), a maior traficante de drogas da atualidade, que elabora um plano para sair do anonimato.

Talvez o grande erro da sequencia Kingsman: O Círculo Dourado seja cair no velho esquema que toda continuação de filmes de ação tenha que ser mais grandiosa que a primeira, o diretor  Matthew Vaughn tem um talento nato para dirigir cenas de ação estilizadas e cheias de uma violência energética, mas aqui ele quase erra a mão e meio que banaliza as sequencias que no primeiro filme foram responsáveis por metade do charme do longa. Tudo que funcionou muito bem no filme anterior parece ter sido elevado propositadamente, é claro que o longa diverte, mas não tem o mesmo impacto criativo de antes, tudo parece requentado, mas só que com mais força e impulso, tornando o filme cansativo e visualmente sobrecarregado. Outro problemas são as muitas subtramas e novos personagens que visivelmente foram colocados para serem utilizados numa nova sequencia. 

A vilã da vez interpretada pela sempre ótima  Julianne Moore é carismática mas seu personagem não tem o caricaturismo necessário para um filme desse tipo, como foi o vilão interpretado por Samuel L. Jackson no filme anterior, seu plano para dominar o mundo , mesmo sendo megalomaníaco não tem a mesma mirabolância, outro que esta sempre bem é o Pedro Pascal, seu personagem cumpre bem a antítese do protagonista e traz um outro tipo de dinâmica para a narrativa do filme.  
   
Kingsman: O Círculo Dourado mesmo sendo uma parodia dos filmes clássicos de espionagem parece que resolveu se levar menos ainda a serio nessa nova aventura, quem viu o trailer sabe que o Colin Firth esta de volta depois de ter sido morto no primeiro, essa decisão encerra de vez qualquer tentativa desse universo ter qualquer vinculo com o mínimo de realidade que seja. Mesmo com alguns acertos e uma boa produção Kingsman: O Círculo Dourado erra em não se reinventar e aposta em se tornar over e ressuscitar a velha formula, há alguma coisa aqui para se gostar, um humor cínico, bons personagens e algumas situações típicas de filmes de espionagem retratadas de forma  bem humorada, mas no mais é apenas o mesmo filme com uma dose extra de energético. Regular.     

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