NOVIDADES

25.11.16

Resenha O Inimigo de Deus (As Crônicas de Arthur)

Artur saiu vencedor da sangrenta Batalha do Vale do Lugg e conseguiu seu objetivo: unificou os reinos da Britânia sob um juramento de fidelidade a Mordred (filho legítimo de Uther). Chegou, então, a hora de um confronto definitivo contra os saxões, para expulsá-los de uma vez das terras britânicas, mas um outro conflito pode por tudo a perder, a luta entre os antigos deuses e o deus cristão. Para Artur, não importa se a nova religião vencer, desde que isso não atrapalhe seus objetivos. Um homem, porém, jamais se esquecerá da antiga fé, Merlin, se ele conseguir reunir os treze objetos sagrados da Britânia os deuses serão restaurados, os saxões serão lançados ao mar e o cristianismo será banido da Britânia. O mais poderoso desses objetos é um caldeirão mágico (Alusão ao Santo Graal) e para recuperá-lo, Merlim inicia uma jornada que o leva lugares perigosos e desconhecidos. Nessa viagem, contará com o auxílio de sua “magia” e da espada de Lorde Derfel, um dos mais poderosos guerreiros de Artur, que segue com ele rumo aos confins da terra em busca do Tesouro. O caos, porém, toma conta de toda a Britânia. E de onde menos espera, Artur recebe golpes duríssimos, que põem em risco todos os planos para o reino. O Inimigo de Deus dá seguimento ao sucesso de O Rei do Inverno, levando aos leitores a vida de Artur e seu mundo com uma nitidez espantosa jamais conseguida em outras narrativas. A história se inicia logo após o término do primeiro e como o outro também é narrado por Derfel, agora já crescido e um grande guerreiro e também um amigo de Arthur, neste segundo volume vemos um embate entre o paganismo e o cristianismo e entre os saxões e os bretões e vemos também a luta de Arthur para manter uma Bretanha unida e em paz, mas infrutiferamente não consegue.

O livro em suas 500 e poucas páginas narra com a primazia de Cornwell as batalhas, as intrigas e traições enfrentadas por Arthur, e passamos a amar mais ainda alguns personagens e odiar ferrenhamente outros, torcendo por Derfel e nos divertindo com as espertezas de Merlin, e assim aguardamos ansiosamente pelo desfecho da história, qual será o final da saga grandiosa? 
Na minha opinião o segundo livro é o melhor dos três e Cornwell consegue nos prender com a história que não é massante.

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