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22.10.16

O Piso Rouxinol – A Saga Otori Vol.01 – Lian Hearn


Alerta de SPOILER!  No fim da resenha, caso você não queira saber de spoilers não leia a lista de três itens que disponibilizei ;)

Primeiro livro de uma série formada por cinco volumes, o Piso Rouxinol traz consigo uma trama que envolve honra, lealdade, muitas disputas e vinganças.
Tomasu é um jovem rapaz nascido entre os chamados Ocultos, vivia uma vida simples com sua mãe, duas irmãs e o padrasto, até serem atacados pelo o exército de Iida Samasu. O rapaz é o único sobrevivente sendo salvo por Shigeru Otori, prometendo sua vida a ele. É a partir daí que começa todo um caminho em que ele irá crescer e aprender mais sobre si, descobrindo ser membro de uma linhagem sanguínea que lhe possibilita ter várias habilidades, como ter uma audição aguçada, ficar invisível, etc. É adotado pela família Otori e tomando para si a identidade de Takeo Otori.
Explicações à parte, mas muito importantes. Não pude identificar em que época do Japão essa história supostamente se passa, mas pelo enredo muito provavelmente pode ser na época dos “Estados guerreiros” durante o séc. XVI, tempo marcado por intensas batalhas e disputas internas entre senhores de terra, que disputam além de mais espaço, poder. O Japão não era um país centralizado, mesmo tendo um imperador, que era mais um representante religioso do que político. Havia a existência dos chamados Xóguns, e dos daimyos (que são os senhores de terra), eram eles que realmente podem ser definidos como governantes e líderes. A maior parte da história do Japão é marcada por intensas guerras e rivalidades entre famílias, o que podemos conferir nessa história, pois temos as intrigas entre Iida Sadamu e a clã Otori.  
Creio que a autora conseguiu transparecer muito bem os sentimentos dos personagens e elementos da história que tinham haver com o Japão e sua cultura, como a honra, lealdade, a ligação com a natureza e etc.
Mas somente três fatores que poderiam ter sido melhor explorados ou explicados durante toda a trama:  
1º: O amor de primeira vista entre Takeo e Kaede, pareceu falso e inocente demais.
2º: O tempo de formação e “descobrimento” de Takeo me pareceu muito curto, coisas que se levariam muito mais de um ano para se aprender, talvez a vida inteira para se aprimorar.

3º:E por último, existem personagens intrigantes que poderiam ter sido melhor explorados pela autora, principalmente as figuras femininas do clã Maruyama 


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