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10.9.16

Resenha e dica literária - "A menina que roubava livros" de Markus Zusak




Vamos falar um pouco desta obra descrita pela dona morte?!

 Saudações queridos leitores, escritores e simpatizantes, hoje vos trago um pouco sobre este livro, que além de se tratar de um belo romance ainda nos trás fatos históricos, como as pessoas agiam durante a segunda guerra? Como era a vida na Alemanha nazista? Como uma jovem garota vive em meio a todo este caos? E o filme, vale a pena assistir? Você pode ver um pouco disto tudo neste livro, e mais um pouco neste artigo, e sem mais papo furado, vamos a resenha!

O Livro

Publicado em 2005, "The book Thief" seu título original, ou para nós, residentes das terras tupiniquins, A menina que roubava livros, uma obra de Markus Zusak,  se trata de um romance dramático contado a partir do ponto de vista da personificação da morte, o que torna o livro um diferencial no mercado.
O fato de a narrativa ser feita a partir do ponto de vista da morte dá ao livro um tom sarcástico e um certo alívio cômico no decorrer da trama, temos algumas citações que a "dona morte" nos faz que deixam isso bem claro, tais como, "Tenho trabalhado muito durante a segunda guerra".
A história tem como foco a vida de Liesel Meminger, uma Jovem que foi doada por seus pais durante o auge na segunda guerra mundial para uma família de alemães, durante a viagem seu irmão falece, e é ai que temos o encontro de nossa narradora com nossa protagonista, isso fica bem claro com a citação da narradora, "E foi ai que conheci a menina que roubava livros".
No livro somos capazes de sentir um pouco do drama de Liesel, o livro cumpre bem o seu papel de nos remeter a um cenário de segunda guerra, como por exemplo, temos várias citações ao seu líder, Adolf Hitler. O conceito de "A menina que roubava Livros" se dava ao fato histórico de que como forma de "queima de arquivos" Adolf Hitler ordenava á seus seguidores que queimassem todos os livros que pudessem, deixando assim uma predominância de livros geridos pelo partido nazista.
A narrativa também nos trás várias críticas a raça humana, afinal, não é um ser humano que o narra, e sim a morte, é comum vermos frases de repúdio aos humanos no decorrer do livro, tais como:

"Está aí uma coisa que nunca saberei nem compreenderei - do que os humanos são capazes."

A trama também envolve as dificuldades das crianças em relação a guerra, e critica todos os seres humanos, afinal, convenhamos que  somos capazes de fazer uma guerra só para punir quem comeu o último pedaço de torta da geladeira, e as coisas mais importantes que devemos ter durante dificuldades, como a amizade e a felicidade apesar de tudo, "A menina que roubava livros" de Markus Zusak é um ótimo livro para uma leitura matinal ou noturna, por se tratar de um livro com leitura não tão dinâmica, recomendamos para crianças a partir dos 14 anos.
Sua relação custo-benefício é relativamente boa, se levarmos em consideração o tamanho do livro e o formato agradável de capa, você pode adquiri-lo desembolsando de R$17,00 á R$ 40,00 dependendo da loja.
Eu li, aprovo e recomendo! "A menina que roubava livros" é um ótimo presente para aquela pessoa especial para você da qual o aniversário se aproxima!


O filme


Eis que na data de 31 de janeiro do ano de 2014, temos um longa metragem com duração de 2 horas e 14 minutos, sob a direção de Brian Percival, baseado na obra original, "A menina que roubava livros" chegava às telinhas de cinema de todo mundo, mas será que o filme atenderia as expectativas dos fãs?
Meus queridos, não falo por todos, mas pela minha pessoa o filme deixou a desejar em alguns aspectos, o desenvolvimento dos personagens foi curto para mim, sem contar que a história deixa um pouco desconfortável durante o filme, deixa com um tom de ansiedade e de que a história esta sendo corrida de mais, algo parecido acontece com "A invenção de Hugo Cabret" que falaremos em outro dia, mas se temos algo para elogiar no filme, sem dúvida é a direção de arte, que nos passa a sensação de estarmos em plena Alemanha nazista na segunda guerra mundial.
Comparando todos os prós e contras podemos dizer que  vale a pena conferir a trama tanto no livro aclamado pelos fãs e pelas críticas, quanto pelo filme não tão aclamado, com índice de 46% no Rotten Tomatoes.



Meus queridos leitores, escritores e simpatizantes, essa foi minha coluna semanal, nos encontramos aqui todos os sábados, volta em meia durante a semana também. Te vejo semana que vem!
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2 comments :

  1. Muito boa brother, eu li o livro seus pontos de referência são claros, especificou bem a obra. Gostei muito.

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  2. Um dos melhores livros que já li na vida! Quanto ao filme, bem... 46% de aprovação no Rotten comprova minha insatisfação. É um filme mediano, que não consegue alcançar o mesmo envolvimento que o livro.
    Ótima resenha!

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