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22.8.16

CRÍTICA - UMA SEGUNDA TEMPORADA FEITA NO RITMO CERTO






Daisy, Daisy, give me your answer, do... I'm half crazy all for the love of you

Hello killers, mais uma vez estamos aqui para falar sobre essa paixão em comum: açaí.           Digo, séries de TV. Mas antes tarde do que nunca, me siga nas redes sociais (Twitter, Instagram e Snapchat) para nos incentivar a sempre produzir mais e mais para vocês assassinos do c%*#lho. É só ir em billgor_soares e me fazer feliz!              

Bora lá?            

Devo admitir que antes de começar a primeira temporada de Scream eu não dava muito para essa série. Sei lá, eu via aquela máscara desfocada no catálogo da Netflix, achava interessante, mas nunca havia me despertado a curiosidade até esse ano. Foi em um belo dia de sol, quando o céu azul transmitia paz e eu estava preso no eu quarto com os blackouts na janela que meu cérebro me fez clicar naquela série.
              A curiosidade se transformou em vício.
        Achei a primeira temporada num ritmo perfeito, com uma trilha sonora que se encaixava muito bem e com personagens super carismáticos (Audrey, Brooke e Noah <3). Eu não engulo a Emma. Ela é muito sonsa.  Mas enfim, o que me animou a assistir foi quando descobri que ela ganharia uma segunda temporada. Aí eu terminei logo e esperei ansioso o que viria.
              E eis que ela chegou! 





                Segue abaixo tudo o que eu achei dela:
            Séries de assassinatos ou qualquer outro tipo de série costumam ter dificuldade para manter o ritmo da primeira temporada ou até melhorar na seguinte. É quando novos personagens surgem, a trama ganha outros caminhos e infelizmente o ritmo tende a diminuir.
                Mas esse não foi caso de Scream.
         Apesar de ter dois episódios a mais do que sua primeira temporada, a série soube aproveitar isso, teve um ritmo rápido e só pecou em alguns momentos do roteiro. Esse foi o grande problema no final: Como ela sabe disso? Como pode ter tanta certeza? Por que aceita isso tão facilmente?  Foram uma das perguntas que surgiram da metade da temporada até o fim. São perguntas que acontecem muito em filmes desse gênero, e para uma série que foi tão bem escrita no começo, acho que não devia seguir do mesmo jeito. Deve se levar em conta que a série é uma homenagem ao gênero, mas convenhamos, nem tudo tem que ser levado ao pé da letra.
              Geralmente o roteiro é o ponto mais fraco das séries que eu assisto, ou de alguma delas. Foi legal essa coisa de cada episódio ter o nome de um filme de terror, mas me pareceu que em algum deles os acontecimentos se desenrolaram justamente para se encaixar com o título e não vice e versa. Prejudicou um pouco.
             Fora isso, uma coisa de que eu senti falta foi a trilha sonora. 
           Mas Bill, você está errado! Esqueceu daquela cena da ambulância no final do episódio 10? Eu chorei com aquela música... 
       Não, eu não me esqueci. Foi uma cena tocante de verdade, bem bonita. Mas isso não aconteceu em todos os episódios, e eu achava bem legal as cenas em que isso acontecia como quando os protagonistas estão se recuperando de um ataque na primeira temporada, a polícia toda está com eles e toca Spetacular Rival do George Erza. Foi uma cena f*da.  E eram cenas que aconteciam sempre.         

Mas não aconteceu só coisas ruins na série (com os personagens sim, mas isso é bom). Achei as atuações bem legais, o Noah foi levado ao limite e isso foi muito bom. Vimos o potencial do John Karna de perto e sofremos muito com ele. A Audrey (Bex Taylor-Klaus) também não deixou a desejar em nenhum momento e minha querida Brooke (Carlson Young) deu um show, principalmente bêbada naquele seu discurso. Não tenho o que reclamar dos atores. Tirando a mãe da Emma (Tracy Middendorf) que parece seguir muito o caminho da filha quando se trata de ser sem sal.          

Tivemos também gente nova no elenco e eu consegui odiar cada um deles a sua maneira. Principalmente aquela... Isso, ela mesmo.  Mas no fim “todos” gostaram dela, não é verdade? E o final foi até surpreendente (ou quase) levando em conta que os roteiristas apontaram para todos os lados durante a segunda temporada. Pelo menos foi algo inteligente. E que não contradisse nada na temporada anterior. Na verdade, só confirmou algumas velhas suspeitas. Uma jogada de mestre se considerarmos os tropeços no roteiro. Mas são coisas fáceis de serem esquecidas.
       E com o final do final, ganhamos outro assassino (será?) E o ponta pé inicial de uma terceira (e por favor) última temporada. Fãs, eu também gosto muito da série, mas a Emma não pode enfrentar vários assassinos com a mesma roupa para sempre, não é? Está na hora da história dela acabar e uma nova – como na franquia mãe da série – começar. Assim, eu não me importaria de ter dez temporadas (ou sete) desde que não comecem a despertar Hitler para ganhar história.          

Mas, apesar de tudo, o que pudemos ver foi o cinema de Wes Craven na televisão e essa foi uma proposta cumprida em cada episódio.        

No fim, o juízo final que faço dessa temporada é que ela se saiu muito bem para uma segunda temporada, conseguiu manter o ritmo da primeira e fora os deslizes no roteiro, abriu com chave de ouro o caminho para a Season 3.
            E esperaremos ansiosos o especial de Halloween! 




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